sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Flamengo tem novo fornecedor de material esportivo

Não foi confirmado pela direção do clube, mas é quase certo que o Flamengo deve mudar de fornecedor de material esportivo. Segundo um conselheiro, que não quis o nome revelado – o novo fornecedor só não estreou no jogo de ontem, contra o Corinthians, por mero capricho do treinador. Vanderlei Luxemburgo reclamou dos shorts, que, em sua opinião, estavam muito justos ao corpo dos atletas. Segundo essa fonte, o comandante argumentou que isso poderia prejudicar não só a mobilidade dos jogadores, bem como a circulação do suor e, principalmente, do ar durante os treinos e as partidas.
Os rumores são negados pela presidente do Mengão. “Isso é intriga da oposição, deixam essas coisas soltas no ar e depois eu tenho que vir a público dar explicações desnecessárias, disse ela revoltada”. Sempre intrometido nas questões administrativas do clube – o que é criticado por esse mesmo conselheiro -, Luxa faz coro: “quero saber quem está soltando essas coisas por aí, isso é obra de gente que não tem o que fazer”. “Tremenda brincadeira de mau gosto”. completa.
“De mal gostou ou de mau cheiro, isso não importa”, rebate o conselheiro do Fla. A verdade é que já circulam imagens do logotipo do novo fornecedor:

sábado, 6 de agosto de 2011

#paznogoiasevila


A metáfora da guerra sempre é utilizada por cronistas esportivos quando o objeto de análise, crônica ou notícia, é um jogo de futebol que envolve grandes rivalidades. Este é o caso do confronto entre Goiás e Vila Nova, principal clássico de Goiás e um dos mais acirrados do Brasil. Muitos são os motivos para que esse confronto seja, cada vez mais, motivo de preocupação por parte de torcedores, dirigentes, imprensa e autoridades públicas comprometidas com a paz dentro e fora dos estádios.
Numa perspectiva de longo prazo, podemos nos arriscar a dizer que a progressiva polarização em torno deste confronto é resultante da decadência de Goiânia e Atlético - os outros dois grandes de Goiânia. O Atlético deu sua volta por cima, enquanto o Galo Carijó, como é conhecido o time do Goiânia, sequer conseguiu retornar à primeira divisão do Campeonato Goiano. Essa mudança de rumo do Atlético, sobretudo, incomoda o torcedor do Vila, que há tanto tempo permanece na série “B” do brasileiro e com risco sempre iminente de visitar a série “C”. Ou seja, além da rivalidade intrínseca, mais um motivo para que os ânimos se exaltem. Tento me colocar no lugar de um torcedor colorado, por mais que, particularmente, isso seja impossível: como pode o meu principal rival passar tanto tempo na série “A” sem que eu possa dar pelo menos uma “brincadinha” lá na superfície, como fazem os golfinhos? Como pode o Atlético, que corria risco de eutanásia, dar essa respirada e eu não?
No caso do perseverante torcedor do Vila, a persistência deu lugar ao desconforto, a impaciência. Apesar da constante presença na série “B”, o torcedor do Tigrão nunca foi acomodado. Ao contrário do torcedor do Goiás, este sim, sempre se acomodou na primeira divisão; a série “B”, que agora muito incomoda, parecia uma realidade distante, apesar do flerte em 2007. Ver o Atlético Goianiense “no lugar que era dele”, talvez seja ainda pior. No curtíssimo prazo, Goiás e Vila vivem hoje momentos desiguais no Brasileirão série “B”.  Enquanto o foguete esmeraldino experimenta uma empolgante ascensão, o colorado cambaleia e o time, e principalmente o esfíngico técnico Hélio dos Anjos, não passam confiança. Hoje, ambos entram no Serra Dourada em climas distintos, mas com um objetivo comum: a vitória!
Daqui a pouquíssimos minutos, pede-se Paz no jogo entre Goiás e Vila Nova. Nestas circunstâncias, seja pelos motivos de longo ou de curto prazo, os ânimos estão ainda mais acirrados e a metáfora da guerra poderá extrapolar a pauta das colunas esportivas. Não é guerra de fato, não há disputa por poder ou por territórios, não há objetivos políticos neste confronto.  É metáfora, embora a necessidade de paz seja real. É apenas futebol, mas, literalmente, é preciso #paznogoiasevila

segunda-feira, 21 de março de 2011

Revista Eletrônica e-metropolis




Desde maio de 2010 o Observatório das Metrópoles publica a revista eletrônica e-metropolis, uma publicação trimestral que tem como objetivo principal suscitar o debate e incentivar a divulgação de trabalhos, ensaios, resenhas, resultados parciais de pesquisas e propostas teórico-metodológicas relacionados à dinâmica da vida urbana contemporânea e áreas afins.
A revista é editada por alunos de pós-graduação e conta com a colaboração de pesquisadores, estudiosos e interessados de diversas áreas que tenham como tema os múltiplos aspectos envolvidos nos estudos relacionados à vida nas grandes cidades. A revista é apresentada através de uma página na internet e também disponibilizada em formato “pdf”, visando facilitar a impressão e leitura.

Cada edição se estrutura através de uma composição que abrange um tema principal - tratado por um especialista convidado a abordar um tema específico da atualidade - artigos que podem ser de cunho científico ou opinativo e que serão selecionados pelo nosso comitê editorial, entrevistas com profissionais que tratem da governança urbana, bem como resenhas de publicações que abordem os diversos aspectos do estudo das metrópoles e que possam representar material de interesse ao nosso público leitor.

Tenho orgulho de compor o quadro de editores desta revista, pois acreditamos que a produção acadêmica deve circular de forma mais ampla possível e estar ao alcance do maior número de pessoas, transcendendo os muros da universidade. A ideia da revista é proporcionar um meio democrático e ágil de acesso ao conhecimento e de proliferação da discussão sobre o espaço urbano de forma cada vez mais vasta e inclusiva, contribuindo para o enriquecimento do debate acerca das nossas metrópoles.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Como votaram os cidadãos metropolitanos no primeiro turno das eleições presidenciais de 2010?


Filipe Souza Corrêa
Sóciologo, Mestrando em Planejamento Urbano e Regional – IPPUR/UFRJ
Juciano Rodrigues
Economista, Doutorando em Urbanismo – PROURB/UFRJ


As principais regiões metropolitanas brasileiras concentram hoje aproximadamente 37% da população nacional e, ao mesmo tempo, 36,3% do eleitorado do país. O número total de eleitores metropolitanos corresponde a mais 49,2 milhões de cidadãos em quase 300 municípios. Destes, mais de 41,5 milhões cumpriram o seu dever cívico, comparecendo às urnas no dia 3 de outubro e declarando as suas escolhas para presidente, governador, senadores, deputado federal e deputado estadual.
O resultado da votação para presidente no primeiro turno, quando consideramos somente as metrópoles, apresenta diferenças quantitativas interessantes em comparação com os resultados nacionais. Esse recorte parece interessante por diversas justificativas, já que essas regiões respondem também por grande parte da produção da riqueza nacional, assim como concentram grande parte dos problemas urbanos como violência e criminalidade, pobreza, moradia precária, etc. Num primeiro olhar descritivo sobre os resultados do primeiro turno das eleições presidenciais, constatou-se que a distribuição dos votos entre os presidenciáveis varia entre as metrópoles consideradas e internamente a essas áreas – neste caso consideramos para fins de descrição uma segmentação entre os núcleos metropolitanos e suas periferias, entretanto não descartamos a hipótese de que um olhar mais profundo sobre o que consideramos aqui como periferia pode revelar situações interessantes. Esses resultados destacam também assimetrias importantes entre as áreas metropolitanas e o restante do país que consideramos aqui como não-metropolitano, assim como também fica evidente assimetrias no perfil da votação entre as cinco grandes regiões.
Primeiramente, vale destacar o resultado obtido quando observamos o peso da votação metropolitana no total de votos obtidos por cada candidato. Neste caso, Dilma Roussef (primeira colocada no primeiro turno com 47.651.434 votos que correspondem a 46,91% dos votos considerados válidos) e José Serra (segundo colocado no primeiro turno com 33.132.283 dos votos que correspondem a 32,61% dos votos válidos) obtiveram, respectivamente, 34,3% e 33,3% dos seus votos concentrados nas áreas metropolitanas. Por outro lado, o peso das metrópoles é maior na votação de Marina Silva (terceira colocada no primeiro turno, obtendo 19.636.359 de votos que correspondem à 19,33% dos votos válidos) e dos demais candidatos (que juntos obtiveram apenas 1.170.077 votos que correspondem à 1,15% dos votos válidos). Dos mais de 19,5 milhões de votos de Marina, 51,8% foram obtidos nas metrópoles. Nestas, inclusive, quando comparamos a distribuição de votos entre os presidenciáveis, a candidata do Partido Verde obteve um melhor desempenho nas metrópoles do que no país como um todo. Ou seja, enquanto que no conjunto dos votos na escala nacional o percentual de votos obtidos por Marina foi de 19,9%, nas metrópoles ela foi detentora de 26,7% dos votos. Por outro lado, Dilma e Serra que foram qualificados para disputar o segundo turno das eleições presidenciais obtiveram, nas metrópoles, percentuais inferiores se comparados com suas votações no total do país. Dilma alcançou 47,9% dos votos na escala nacional e obteve um percentual um pouco menor no conjunto das metrópoles (42,8%). Na escala nacional, o candidato José Serra foi detentor de 33% dos votos, no entanto, nas metrópoles o percentual de sua votação considerando todos os candidatos foi de 28,9%, parcela da votação bastante próxima da obtida pela terceira colocada, Marina Silva. Neste ponto, vemos claramente que a votação dos primeiros colocados no primeiro turno, Dilma e Serra, se deve em maior medida às áreas não-metropolitanas, sendo que a primeira apresenta um desempenho nas áreas metropolitanas melhor do que o segundo. Já a candidata Marina Silva, apresenta um perfil de votação mais metropolitano do que os primeiros colocados. Hipóteses explicativas para esse desempenho metropolitano da candidata do Partido Verde podem ser ensaiadas como a identificação da temática do meio ambiente como uma demanda política assumidamente urbana e em grande medida metropolitana, todavia, não exploraremos essas hipóteses no presente artigo, mas destacamos o fato de que o desempenho da votação obtida por Marina Silva pode indicar informações interessantes sobre o perfil do eleitorado metropolitano.
Quando observamos o total da votação nos núcleos metropolitanos, Dilma obtém a maior parte dos votos em 7 núcleos metropolitanos: Belém, Campinas, Fortaleza, Manaus, Recife, Rio de Janeiro e Salvador. Nesta última e em Fortaleza a candidata obteve mais de 50% dos votos. Serra obtém a maior parte dos votos nos núcleos metropolitanos de Curitiba, Florianópolis, Goiânia, Porto Alegre e São Paulo. Em Florianópolis, vale destacar, é a única metrópole onde o candidato do PSDB vence também na periferia. Nas demais metrópoles, considerando-se o conjunto dos municípios da periferia, a candidata Dilma Roussef é quem obtém a maioria dos votos, com predominância (mais de 50% dos votos) em Fortaleza, Manaus, Recife e Salvador. A candidata. Marina Silva, por sua vez, apesar de obter maioria dos votos nos núcleos metropolitanos de Belo Horizonte, Brasília e Vitória, o que é um resultado significativo para o terceiro colocado no primeiro turno, não obtém maioria dos votos em nenhuma das periferias metropolitanas consideradas. No entanto a candidata do PV obteve votação expressiva nas periferias de Belo Horizonte, Fortaleza, Manaus, Recife, Salvador e Vitória; superando, inclusive, a votação do segundo colocado, José Serra.
Comparando-se a votação metropolitana nas Regiões, percebe-se que José Serra vence apenas na região Sul, em todas as outras ocorre a vitória de Dilma. A região Centro-Oeste aparece como a menos polarizada pelos dois candidatos que hoje disputam o segundo turno. Nessa região, Marina Silva foi de 32,7% do votos, aproximando-se dos 35,1% de Dilma e superando Jose Serra, que, por sua vez, obteve 30,8% dos votos metropolitanos na região Centro-Oeste. Vale salientar que muito deste bom desempenho de Marina deve-se à sua expressiva votação no Distrito Federal. O desempenho de cada candidato também difere quando comparamos sua votação metropolitana e não-metropolitana dentro de cada região. Dilma Roussef, por exemplo, que foi dona de 42,8% dos votos válidos nas metrópoles, no restante do país obteve 49,5%. Seu desempenho é mais significativo nas metrópoles do Nordeste, onde obteve 53,1% de todos os votos metropolitanos.

Para além da mera descrição do peso das metrópoles no processo eleitoral é preciso não esquecer que esses lugares têm enorme importância na concentração das forças produtivas do país, considerando-se, inclusive, sua importância como ativo para um projeto de desenvolvimento nacional. Ao mesmo tempo, são nas metrópoles, principalmente em suas favelas e periferias, onde estão concentrados muitos dos desafios a serem enfrentados pelo próximo governo, que incluem as questões ambientais e de saneamento e de infra-estrutura, principalmente de transporte.

* Texto originalmente publicado no portal do Observatório das Metrópoles

¹O Brasil conta hoje com 38 Regiões Metropolitanas (incluindo-s as RIDEs), destas, 15 são consideradas espaços urbanos com funções metropolitanas, pois apresentam características próprias das novas funções de coordenação, comando e direção das grandes cidades na econômica em rede.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Grande triunfo, muitos desafios!

Grande vitória do verdão neste sábado? Sim!  Mas não é um triunfo sobre o salto alto do Atlético que nos fará esquecer todos os problemas do verdão e os enormes desafios que estão por vir. Diga-se de passagem, o rubro-negro de Campinas não é o bicho-papão que todos anunciavam. Minha preocupação não é nem um pouco com o goiano em si, mas sim com o brasileiro Série B. O desafio de voltar à série A deve ser a prioridade e deve ser esse o horizonte de planejamento do time.
Preocupa-me se mais uma vez a diretoria esmeraldina vai tomar o goianinho como parâmetro. Para uma volta à série A, que é a única coisa que nos interessa, esse time tem que melhorar muito. As chegadas de Thiaguinho, Hugo e as boas revelações, como Felipe Amorim e Robert, não bastam. Algumas mudanças dentro e fora de campo devem acontecer para que o desejo maior – repita-se a volta série A – se realize.
Com a cabeça de torcedor, consigo visualizar neste momento quatros pontos essenciais, ou questões a serem superadas, para que o Goiás dispute o campeonato brasileiro série B com chances reais de êxito: 1) procurar a estabilidade institucional perdida - que envolve superar os conflitos políticos no clube que, como já afirmado por alguns jogadores, acabam influenciado o desempenho dentro de campo; 2) superação dos problemas emocionais – a queda para a série B e a perda da Sulamericana provocou danos emocionais, individuais e coletivos ,que precisam ser superados; 3) superar alguns ranços de amadorismo – o Goiás necessita urgentemente de um choque de profissionalismo, o que inclui, entre outros problemas, o fim da superinfluência de Harley sobre assuntos extra e intra campo,  a melhor administração dos contratos das jovens promessas e a revalorização das categorias de base; 4) incentivo à participação dos torcedores – todos os times grandes que voltaram imediatamente à elite do futebol brasileiro contaram com o apoio incondicional de sua torcida. No caso do Goiás, isto inclui prioritariamente a valorização do Nação Esmeraldina.
Talvez a vitória sobre o “todo poderoso” Atlético e algumas notícias ventiladas, mas não confirmadas, sobre novos aportes financeiros possam ser indícios de uma grande e esperada virada!
Bola pra frente Verdão!!!

sábado, 22 de janeiro de 2011

sobre Goiás x vila no dia 22 de janeiro de 2010

Apenas mais um jogo na longa história do clássico entre os dois times mais tradicionais de Goiás. Um dos piores jogos da história desse confronto.  Apesar de tudo, estou aqui para falar do Goiás. Não do Vila. Este não me interessa, nunca interessou e jamais interessará.
Incrivelmente, o time esmeraldino consegue ser pior do que o do ano passado. Tratando do plantel, dos antigos, se salva Carlos Alberto, superior na técnica, no preparo físico e, principalmente, na vontade. Dos novos, destaca-se o garoto Filipe Amorim, que, no contexto atual do time, reluz pela habilidade, mas precisa ser um pouco menos afoito.
Ademais, levando em consideração que ajustes devem ser feitos, o Goiás precisa urgentemente de um lateral esquerdo, e no mínimo de dois atacantes. No caso da lateral, apareceu o tal Mário (você conhece o Mário?). Pior, nunca vi!
Por fim, vale ressaltar que, apesar do 0 a 0, o Vilinha continua freguês. 

Roposeando:  Assisti o jogo pela Tv Esmeraldina (tvesmeraldina.blogspot.com). A transmissão é do PFC, com os péssimos comentários de Paulo Victor.

sábado, 11 de setembro de 2010

Em 20 rodadas tudo pode mudar!


Chegamos à 21a rodada do Brasileirão 2010. Se está difícil lançar prognósticos sobre quem será campeão, alcançará vaga na Libertadores da América ou ficará na faixa da Sulamericana, está cada vez mais fácil acreditar que o Goiás não escapará do rebaixamento, apesar da boa vitória sobre o Guarani, que ano passado jogava apenas às terças e sextas pela série B.  Lembro-me, que na 21a rodada do campeonato de 2009 , Goiás e Palmeiras estavam firmes no G4, enquanto o Fluminense afundava-se no Z4 e o São Paulo esboçava uma reação. O Flamengo havia perdido para o Avaí que naquele momento visitava o G4. Enquanto o time catarinense apresentava a maior ascensão do campeonato, o Mengo sofria a terceira derrota consecutiva, sofrendo nove gols, e ocupava a 14ª posição. Se reação do rubro-negro carioca tiver que acontecer, terá que ser logo. Se objetivo é se manter distante da Z4, deve-se considerar o próximo embate - contra o Vitória - uma partida de 6 pontos.
Foi justamente nesta etapa do Campeonato que o Goiás estreava Fernandão, hoje fazendo seus “golzinhos” pelo São Paulo. O resultado da passagem do ídolo pela Serrinha, como todos sabem, foi desastrosa e muito do que o Esmeraldino passa hoje  é resultado conjuntura política que envlveu a contratação do jogador. O Verde do cerrado tem uma prova de fogo neste domingo, já que enfrente o Inter em porto alegre. Foi inclusive nessa altura do campeonato em 2009 que começava a derrocada do time, após justamente uma goleada de 4 a 0 para o Colorado portoalegrense. Poderia ser diferente esse ano? Convenhamos que seja difícil superar o bom time campeão da Libertadores em casa, mas como no futebol nada é impossível resta ao torcedor esmeraldino um fio de esperança. Falando em esperança, a do Goiás reside nos pés de Felipe. Sem medo de afirmar, em momentos como este um time precisa contar – SIM - com um “salvador da pátria” e no Goiás não vejo outro que possa assumir tal posto!  
Enfim, chegamos à vigésima primeira rodada do Brasileirão 2010 e encontramos, portanto, pontos comuns e pontos divergentes ao comparar com o  mesmo momento no campeonato do ano passado. É bem provável que contemos em maior número os pontos divergentes.  E como sabemos, em 20 rodadas tudo pode mudar, como em 2009. Portanto, não há nada decidido, nem na parte de cima, nem na parte de baixo da tabela. É aguardar pra ver.