A cabeça do Hélio dos Anjos é um mistério a ser desvendado. Ou dentro dela há um cérebro, que nós meros terráqueos do planalto central do Brasil não conseguimos compreender, ou o nosso técnico é um “cabeça oca”. Que me perdoe o personagem dos quadrinhos dominicais do O Popular, mas, a cada jogo do Goiás, estou tendendo a acreditar na segunda opção.
Tudo ia bem no jogo contra o Sport pela 29ª rodada do Brasileirão 2009, quando ele, inadvertidamente, saca o melhor jogador em campo, o meia Léo Lima pra colocar o fora de forma e de ritmo Romerito. Eu, que sou fã desse jogador, particularmente, não acredito que ele tenha condições de voltar a jogar o futebol que o fez conquistar toda a torcida esmeraldina. Apesar do respeito que tenho por Romero, não acredito que tenha condições de disputar uma competição de alto nível, como é o Brasileirão Séria A.
Hélio dos Anjos, em certo momento, nos fez acreditar que tínhamos o direito de sonhar. Hoje ele nos faz ter pesadelos. Qual treinador, que não tivesse essa mente contraditória como a do Hélio, faria uma substituição dessas? O time vencia, por 1 a 0, o último colocado do campeonato, em casa, e ainda assim ele adota uma postura medrosa e defensiva. Um treinador arrojado, que confia nos jogadores que tem, colocaria sim um atacante mais rápido, com fôlego, ou um meia pra cadenciar o jogo, como seria o caso do Fernandão. Pensei o tempo todo sobre qual seria o motivo para que ele substituísse o Léo Lima. Cansei, não dá pra entender a cabeça do Hélio, mesmo porque, dentro dela não parecer ter nada.
P.S. Devemos destacar uma falhar crucial do árbitro que deixou de marcar um penalty claríssimo em cima de Iarley. Talvez o mais claro desse campeonato.

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