terça-feira, 13 de outubro de 2009

Hélio, niguém te entende!



A cabeça do Hélio dos Anjos é um mistério a ser desvendado. Ou dentro dela há um cérebro, que nós meros terráqueos do planalto central do Brasil não conseguimos compreender, ou o nosso técnico é um “cabeça oca”. Que me perdoe o personagem dos quadrinhos dominicais do O Popular, mas, a cada jogo do Goiás, estou tendendo a acreditar na segunda opção.
Tudo ia bem no jogo contra o Sport pela 29ª rodada do Brasileirão 2009, quando ele, inadvertidamente, saca o melhor jogador em campo, o meia Léo Lima pra colocar o fora de forma e de ritmo Romerito. Eu, que sou fã desse jogador, particularmente, não acredito que ele tenha condições de voltar a jogar o futebol que o fez conquistar toda a torcida esmeraldina. Apesar do respeito que tenho por Romero, não acredito que tenha condições de disputar uma competição de alto nível, como é o Brasileirão Séria A.
Hélio dos Anjos, em certo momento, nos fez acreditar que tínhamos o direito de sonhar. Hoje ele nos faz ter pesadelos. Qual treinador, que não tivesse essa mente contraditória como a do Hélio, faria uma substituição dessas? O time vencia, por 1 a 0, o último colocado do campeonato, em casa, e ainda assim ele adota uma postura medrosa e defensiva. Um treinador arrojado, que confia nos jogadores que tem, colocaria sim um atacante mais rápido, com fôlego, ou um meia pra cadenciar o jogo, como seria o caso do Fernandão. Pensei o tempo todo sobre qual seria o motivo para que ele substituísse o Léo Lima. Cansei, não dá pra entender a cabeça do Hélio, mesmo porque, dentro dela não parecer ter nada.
P.S. Devemos destacar uma falhar crucial do árbitro que deixou de marcar um penalty claríssimo em cima de Iarley. Talvez o mais claro desse campeonato.


terça-feira, 6 de outubro de 2009

Jogo estranho com gente esquisita



Goiás e Botafogo foi um dos jogos mais estranhos que eu vi ultimamente. Vale lembrar que se enfrentaram o quarto e o penúltimo colocado do Brasileirão 2009. Além disso, o histórico de confrontos, principalmente no Serra Dourada, é altamente favorável ao Esmeraldino. Por isso, e pela qualidade individual dos seus jogadores, o Goiás era sim favorito, afirmo isso sem pudor nenhum. Talvez os Botafoguenses, mais do que nós Esmeraldinos, tivessem mais certeza disso. Mas por que?  Porque nós sofremos da velha síndrome do Viagra verde. Sim!!! Nós sempre vacilamos – em casa – contra times que estão em péssima situação na tabela. Por incrível que pareça nossos carrascos no Serra Dourada sempre foram times como Criciúma, Brasiliense, Gama, Paraná, entre outros.
O placar de 3 a 1 não reflete a situação real do jogo, muito menos a disparidade técnica dos times. É verdade que o Botafogo teve várias situações reais de gol. Mas o Goiás mostrou um jogo mais consistente, joga mais bonito. Essas várias oportunidades se devem a excelente atuação dos homens de frente, principalmente Iarley, Felipe e Léo Lima.
Mas falando ainda do jogo, ele foi um até 36 minutos do primeiro tempo, quando o zagueiro João Paulo foi expulso contraditoriamente. Na minha opinião pessoal o arbitro foi extremamente rigoroso, pois o jogador do Goiás sequer toca o atacante do Botafogo. Arbitro e auxiliar caíram na encenação do atacante botafoguense, um lance estranho. Além disso, o árbitro aplicou um cartão amarelo para outro jogador, enquanto deveria ter aplicado, na verdade, ao volante Leandro Guerreiro, que já tinha amarelo, o que resultaria na expulsão do jogador. Outro lance estranho.
Somando-se às trabalhadas do homem de preto, o técnico do Esmeraldino, Hélio dos Anjos, errou. Sim, errou mais uma vez. Logo após a expulsão do zagueiro ou no máximo no intervalo, deveria ter colocado o volante Amaral, um jogador mais combativo. Ao mesmo tempo, Hélio repete o mesmo erro de sempre, ao insistir com o Zé Carlos, um jogador (se é que podemos o chamar assim) com um nível técnico deficiente, bem abaixo do que é exigido por algum clube que quer brigar por título. O time, mesmo com um jogador a menos e todo desorganizado, poderia ter feito mais de um gol, mas ele tirou um dos melhores jogadores, o Julio Cesar, justamente pra colocar o Zé. Não dá mais pra aceitar essa gente esquisita estragando nossa festa de domingo.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Coincidentemente, não há nada decidido



O Goiás venceu e venceu bem o Corinthians de Ronaldo. Disso ninguém tem dúvida. Eu, como Esmeraldino “pé-atrás” com o Hélio dos Anjos, ainda tenho as minhas dúvidas quanto às possibilidades do time. Mas, por outro lado, olhando pra trás, uma coincidência me chama a atenção. A arrancada do time ocorreu após duas derrotas, para Sport e Avaí, com uma vitória por 4 a 1 fora de casa, contra o fluminense, na décima terceira rodada do primeiro turno. Agora, na sétima rodada do segundo turno, o Goiás, após uma séria de resultados negativos, volta a golear por 4 a 1 fora de casa, mas dessa fez o Campeão da Copa do Brasil e com Ronaldo.
Não sou chegado a muitas elucubrações a partir de coincidências. Mas fico otimista por outra razão: Goiás voltou a jogar bem e, além disso, Fernandão de fato realmente estreou. Estreou com um golaço. Pra auto-estima do time essa vitória foi fundamental. Iarley, que não jogou bem as últimas três partidas, mostrou porque deve ser considerado um dos melhores do campeonato. A zaga voltou a jogar, voltou a ter segurança com a entrada João Paulo. E o meio de campo, apesar de não acreditar muito no Fernando, funcionou, principalmente na parte defensiva com Everton e na parte ofensiva, com Léo Lima.
Pra provar realmente que o time realmente  podechegar, ganhar do Grêmio na próxima rodada é fundamental, como ganhou do Palmeiras, após golear o Fluminense por 4 a 1 fora de casa. E isso não tem nada a ver com coincidências, mas com a objetividade que é necessária para o sucesso de um time.
Não há nada decidido. Alguns times mostram força, como Flamengo, Grêmio e o prório Corinthians. Avaí e Cruzeiro podem surpreender. 

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Nada decidido e teorema da negociação interrompida


Nada, ou quase nada, está decidido no Brasileirão 2009. O Fluminense cai, ninguém dúvida, por isso “quase nada”. Quando falo em “nada”, me refiro à parte de cima da tabela. Depois da derrota de Palmeiras e Inter, vimos que estes não são times imbatíveis e tem os seus pontos fracos. Sem medo de dizer: são comuns. Quem se deu bem mais uma vez foi o São Paulo. Esse sim tem um diferenciado: tem elenco, tem peças de reposição. Além disso, têm uma boa zaga, basta lembrarmos que no último jogo da seleção brasileira, guardadas as devidas circunstâncias de momento, dois zagueiros eram sãopaulinos.
Nada está decidido. Alguns times, nessa ordem têm chances de chegar a algum lugar: Grêmio, Cruzeiro, Corinthians e Flamengo. O Goiás, agora, corre por fora. O time não joga o mesmo futebol da metade do primeiro turno. Por que se o time é praticamente o mesmo? Primeiramente, acho que o problema do Goiás são os adversários, que se reforçaram. O Goiás mantém o mesmo time praticamente desde o início do campeonato. No início todos sabíamos que o time precisava de algumas peças, inclusive aquelas de reposição que o São Paulo tem. No entanto, a ascensão do time, quando os adversários estavam se reestruturando (perdendo e ganhando jogadores), criou uma falsa ilusão nos comandantes esmeraldinos, principalmente no entusiasmado técnico Hélio dos Anjos.
A chamada janela, o período em que os times perdem e ganham jogadores, também provocou, em minha opinião, uma queda da auto-estima dos jogadores. Tenho um teorema, o teorema da negociação interrompida: alguns jogadores fundamentais pra o esquema do time, diante da ânsia e depois da frustração de serem negociados com times do exterior, ficaram psicologicamente abalados, o que resultou em uma queda de rendimento. Tomemos como exemplo três jogadores e basta analisarmos suas atuações no período pós-fechamento da janela: Vitor, Ramalho e Felipe. São três jogadores que vinham se destacando. O primeiro pelo seu potencial ofensivo pelo lado direito, o segundo pelo seu potencial defensivo, e o último, pelo seu poder de finalização.
Como eu disse, não há nada decidido, nem mesmo se esse teorema é válido, ou se é mero devaneio de um esmeraldino que, depois das enormes expectativas, sofre com a decepção.


sábado, 5 de setembro de 2009

B..b.b..brevemente...



Após a rodada de hoje do Brasileirão Série B, algo me diz que o estado de Goiás em 2010 não terá representante na segunda divisão do Campeonato Brasileiro. O Atlético Goianiense com certeza ascenderá à primeirona, enquanto o Vila Nova, pelo futebol que vem (não) vem apresentando, tem grandes chances de estar na C ano que vem. Aliás, preciso lembrar, mais uma vez, para meus amigos cariocas que quem é de Goiás é goiano e quem é de Goiânia é goianiense.
Relativizando a imbecilidade dos jogadores do Atlético nos lances de expulsão e a incompetência de vossa excelência o árbitro, foi um bom jogo. O Atlético dominou o primeiro tempo, poderia ter saído com um placa superior aos 2 a 0. Dorival Junior é um bom técnico, mexeu no intervalo e mexeu bem. Assim, o segundo tempo foi do Vasco e o Dragão saiu no lucro, pois com dois jogadores expulsos, repito, de forma imbecil, o 2 a 2 ficou de bom tamanho. Duro é ter que assistir com comentários de José Roberto Wright. Se ele foi um arbitro tão ruim, quanto é como comentarista, a arbitragem brasileira, em 30 anos não mudou nada. Fiquem de olho em Rafael Cruz, lateral atleticano.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Jargão do momento: afunilamento!



Algumas coisas que acontecem no Brasileirão são facilmente previsíveis. Sabemos que um time é campeão, que um time de expressão será rebaixado, que os juízes vão cometer erros grotescos - principalmente contra o Botafogo - e que, em algum momento, alguém vai dizer: o campeonato se afunilou. Na última rodada, dois times se deram muito bem. Primeiro o Palmeiras, que além de continuar na liderança, conseguiu segurar o São Paulo. Segundo o Internacional, que nocauteou o Goiás, num fim de tarde onde brilharam coadjuvantes, já que o time foi à campo com cinco desfalques. Brilhou também o juiz, que injusta e exageradamente expulsou Fernandão com 10 minutos de jogo. Agora sim o Inter mostrou todo o seu poder de fogo com a vitória sobre Goiás e Atlético Mineiro.
A 23a rodada só está começando e já indica algo muito importante: o Corinthians está vivo, depois da vitória (chorada) sobre o Santos de Eli Sabiá, que, aliás, ficou voando nas duas jogadas de gol do timão.
Algo me diz que chegou o momento do Goiás cair pela tabela, como aconteceu com o próprio Atlético Mineiro. Será que passou a onda do Goiás? Será que é um time, como se diz em Goiás, fogo de palha. O jogo contra o Coritiba em casa será fundamental para responder essas perguntas. Mas algo preocupa bastante a torcida esmeraldina. Hélio dos Anjos mexe muito mal no time ao longo das partidas. Ainda continua insistindo com jogadores de nível técnico muito baixo, como Everton Hora, Gomes e Zé Carlos.  Esse último, diga-se de passagem, é parente do treinador Ao mesmo tempo , Hélio saca jogadores que podem desequilibrar, como era o caso de Felipe Menezes e agora é o caso de Leo Lima. Falta ao treinadorcoragem pra lançar os garotos da base, como faz outros treinadores, principalmente Wanderley Luxemburgo. Aqueles que entraram se deram muito bem, como são os casos do zagueiro Tolói e do lateral direito Douglas, que, aliás, está jogando mais que o badalado Vitor.
Essa possibilidade de estagnação na pontuação e queda na tabela do Goiás ocorre justamente em um momento decisivo. Um momento, que no jargão do futebol, é definido com afunilamento do campeonato. Nada mais é do que um momento onde se começa a desenhar a lista dos times conforme suas possibilidades dentro do campeonato. Aparecem aqueles que têm possibilidade de ser campeão, aqueles que são bons, mas só vão brigar por uma vaga na libertadores, aqueles que vão ter que se contentar com uma vaga na sulamericana e aqueles que deverão jogar a Séria B no próximo ano. Façam suas apostas!!!

terça-feira, 1 de setembro de 2009

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Iarley, brilha muito no Goiás

Ferroviário, Quixadá, Real Madrid B, Ceuta, Melillla, Ceará, Paysandu, Boca Juniors, Sinaloa e Internacional. Iarley poderia ficar marcado como mais um “andarilho da bola”, jogadores que passam por diferentes times, países, jogam em times rivais e nunca se identifica de fato com nenhum. Mas o item do seu currículo que trata dos títulos nos apresenta uma história bem diferente. Iarley foi campeão Cearense, Argentino, Gaúcho, Goiano, da Copa Intercontinental, da Libertadores, do Mudial dos Clubes FIFA e Recopa. Quando Pedro Iarley Lima Dantas foi para o Goiás, após ter feito história nestes clubes, todos achavam que ele era um jogador em fim de carreira e que estaria indo para o Esmeraldino em busca de tranquilidade, usufruir da estrutura do time e da qualidade de vida que oferece Goiânia. Pelo contrário. De maneira alguma Iarley, um dos filhos ilustres de Quixeramobim (CE) ao lado de Antonio Conselheiro e Bezerra de Menezes, parece um jogador que está próximo de pendurar as chuteiras, apesar dos 35 anos. Sem exageros, é um dos jogadores mais inteligentes que vi jogar. Essa inteligência tem muito a ver com a experiência é claro, mas, além disso, é fruto da vontade que ele tem em jogar, praticar o esporte que ele escolheu como profissão.

Quem tem acompanhado os jogos do Goiás, seja esmeraldino ou não, vê o quanto ele é importante para o sucesso da equipe até agora. Seus dribles, seus gols, suas assistências e até sua catimba são fundamentais. Poderíamos usar mais um dos vários clichês do mundo do futebol para definir a importância de Iarley. Poderíamos dizer que ele é a alma, o termômetro, que ele é o ponto de equilíbrio do time. Poderíamos dizer que um time, pra ser campeão, tem que ter cara de campeão ou, ainda, que um time pra ser campeão tem que ter coração. Alguém dúvida que o Goiás já tenha o seu?

terça-feira, 25 de agosto de 2009

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Brasileirão 21o Ato

Chegamos à vigésima primeira rodada do Brasileirão 2009. Se está difícil lançar prognósticos sobre quem será campeão, alcançará vaga na Libertadores da América ou ficará na faixa da Sulamericana, está cada vez mais fácil acreditar que o Fluminense não escapará do rebaixamento. Podemos afirmar, por outro lado, que Palmeiras e Goiás ficam no G4 por no mínimo mais duas rodadas e o São Paulo, apesar da derrota, continua forte.

A surpresa sem dúvida é a chegada do Avaí ao grupo dos quatro primeiros, após a vitória sobre o Flamengo. A vitória, por sua vez, não foi nenhuma surpresa. Não surpreende por conta das fases por que passam o time catarinense e o rubro-negro carioca. Enquanto Avaí apresenta a maior ascensão do campeonato, o Mengo sofreu a terceira derrota consecutiva, levou nove gols e está na 14ª posição. Se arrancada for pra acontecer, terá que ser logo. Se objetivo é se manter distante da Z4, deve-se considerar o próximo embate - contra o Santo André - uma partida de 6 pontos.

Mais uma vez, como é de se esperar em todo campeonato de futebol no Brasil, a arbitragem deu o seu showzinho particular e patético. Foi um festival de erros ocorridos na partida entre Corinthians e Botafogo. Pênaltis não marcados, gol de mão, pênalti marcado indevidamente e “voltadas à trás”. Um juiz que volta a trás em uma marcação, atesta sua própria incompetência. Subtraindo os erros, o placar, em minha opinião, foi justo. Ambos apresentaram um futebol digno da posição intermediária que ocupam na tabela de classificação. Destaques para Jorge Henrique, um jogador discreto, mas essencial e obediente taticamente e para André Lima, que deu outra cara ao time capenga do Botafogo.

Outro placar justo ocorreu no Serra Dourada, onde Goiás e Santos fizeram uma grande partida até o início da chuva (e que chuva!!!). Até então ambos apresentaram um futebol ofensivo, por isso os principais personagens do jogo, além dos atacantes, foram o goleiros. Principalmente o goleiro do Santos, Felipe, que foi bombardeado por seu xará esmeraldino e evitou que chovesse gols. Porém o jovem goleiro santista na pôde evitar, no primeiro tempo, o belo gol de Vitor, após uma magistral jogada de Iarley, e, no segundo, o gol de Felipe. O Goiás poderia ter liquidado a fatura se não fosse a trave, em um chute de Julio Cesar, e as defesas do goleiro adversário. Léo Lima ficou devendo, pois parecia sem vontade de jogar. Seria a sombra do Fernandão no banco? Ah, falando nisso, foi emocionante vê-lo novamente entrar com a camisa verde esmeralda no Serra. O ídolo esmeraldino entrou em campo ao som de “Fernandão voltooouu, Fernandão voltouuuu...”, aos 20 minutos do segundo tempo. Não fez nenhuma jogada excepcional, muito menos um gol, mas mostrou que é um jogador diferenciado, pelo domínio, pela maneira de proteger e passar a bola. O Verde do cerrado tem uma prova de fogo no próximo domingo, já que enfrente o Inter em porto alegre. Mais um jogo de 6 pontos.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Sobre o Brasileirão I

O Brasileirão 2009 chegou à sua 20ª rodada. Quem se deu bem e saiu no lucro foi o São Paulo, indiscutivelmente. Inter perdeu, Palmeiras perdeu, Atlético Mineiro empatou com gosto de derrota e Goiás (aaah o Goiás) perdeu. O Goiás perdeu para o Náutico nos Aflitos. Todos podem pensar que foi um enorme tropeço, que o esmeraldino interrompeu a boa sequência diante de um adversário fraco e que está no Z4. Não é só isso. O Goiás foi derrotado por um time aguerrido, rápido e que tem jogadores que chamam bastante a atenção. O belicoso Carlinhos (Bala), o firme zagueiro Asprilla, um ótimo chutador Michel e o perigoso atacante Gilmar. Porém que mais chamou a atenção foi o meia Ailton. Muito abilidoso, ágil e inteligente. Em alguns momentos me lembrou outro meia de mesmo nome, companheiro de Zinho no Flamengo, campeão carioca pelo Fluminense (o passe para o gol de barriga foi dele) e autor do gol do título brasileiro do Grêmio em 1996. Quanto ao Goiás, aquele gol contra foi bizarro: furada do ótimo zagueiro Rafael Tolói e uma conclusão pífia do Leandro Euzébio. Destaca-se a atuação do Léo Lima, quando ele vem de trás alguma coisa sempre acontece, e do cada vez mais preparado Felipe Menezes. Esse último me lembra muito o Danilo, que quando surgiu no Goiás era bastante criticado, mas saiu de lá reverenciado e arrebentou no São Paulo. Para a próxima rodada o Goiás ganha 5 reforços: as voltas de Iarley, Ramalho e Amaral e as ausências garantidas de Fernando e Gomes.


O Flamengo mais uma vez se deu mal dentro do Maracanã. Será que estão esperando a mesma arrancada dos dois últimos anos? Não sei. Só sei que, como já havia falado aos meus amigos rubro-negros, aquele negócio de ficar só jogando bola dentro da área para o Adriano não levaria o time muito longe. O Bruno falhou? Sim, falhou, mais por conta do azar do que da incompetência. Entretanto, fez ótimas defesas, porém o torcedor rubro-negro está numa fase chororô. Primeiro foi o Léo Moura, agora o goleiro. Falando nisso, é elogiável a postura de Bruno, que mesmo com as críticas enfrentou a entrevista coletiva e saiu de campo de cabeça erguida. Bom, acho que aprendeu com o erro do Léo Moura. Pra finalizar, tem um jogador do Flamengo que cada dia mais me chama a atenção. Trata-se do volante/zagueiro Airton. Há muito tempo não via um jogador tão violento, desleal e, além disso, muito deficiente tecnicamente. Ele veio do Bangu né? Opa, desculpe-me! Fugiu!!!



sexta-feira, 6 de março de 2009

Perdendo a chande de ficar calado

Hoje é comum todo mundo ter um "Brog". Quando o Marcelo, o meu maior amigo (1,94m de altura) resolveu fazer o dele, eu o reprimi: - isso é coisa de gente que não tem o que fazer. Continuo pensando a mesma coisa: Blog é coisa de gente que não tem o que fazer, mas é também de gente que tem o que dizer. "bodigrer"!!! Então, depois dessa ladainha toda, comunico que eu agora tenho o meu blog. Esse porém não tem o mesmo objetivo do blog do Marcelo, pelo menos no que diz respeito ao seu conteúdo. Bom...então é isso o meu Blog (pq eu tô usando a porra do "B" em maiúsculo? Será que eu já tô achando que Blog é coisa séria?).